27 maio 2011

É verdade

É verdade meus pequenos leitores, aqui a Miss ainda não ganhou vergonha na cara e não fez o IRS. É uma vergonha, é... Eu sei, mas há factores que me levaram a isto, portanto vejamos, ponto número 1, não percebo nada daquilo ele é valores A e B e não sei quê, sei lá eu, e o segundo ponto, já vou pagar multa e já. O que é que adianta?

24 maio 2011

coments meus

Um fenómeno tem tido lugar neste pequeno e modesto blog. Coments que são feitos por seguidores e, ao que parece, se tornam fugidios, coments que eu nunca li, coments que, certamente, estão perdidos num qualquer servidor do blogger.

É triste, muito triste, sinto para mim que eles estão por aí sozinhos, no escuro, desamparados, nunca lidos. Pobrezinhos. Devem sentir-se excluídos, renegados. Mas não, não por mim, Miss Battle tem sempre os seus bracinhos anafados prontos para um grande abraço a um coment deixado neste estaminé.

Voltem coments meus.

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O que é que se faz quando já se mamou o Dexter todo? (salvo seja)

Maxmen versus Facebook

A revista Maxmen acabou, andava aí nos jornais (aqui). Agora afinal dizem que vai ser reformulada (aqui). A ver vamos.

A Prisa (já agora fantástico nome, há que referir), ainda há uns dias anunciava o fim da revista pela quebra de vendas. Eu cá entendo, no Facebook é mais económico ver gajas semi-despidas.

23 maio 2011

20 maio 2011

Uma coisa leva à outra

As conversas de veterinário hoje lembram-me os meus tempos como assistente dentária. Quando me perguntavam, com frequência meus amigos, "posso bocejar?", queria sempre dizer, "boceje para aí à vontade, não se contenha!", mas esboçava sempre um sorriso por trás da mascara e dizia que sim com a cabeça. Às páginas tantas deixou de ter graça, é verdade.

Houve também quem me cuspisse em cima, eu disse, "Já pode cuspir.", ora o homem não vai de modas e cospe-me. Pronto, foi obediente.

Daí em mim o hábito criado de apontar para tudo, "Já pode cuspir para AQUI.", apontando de forma energética, não fosse outro qualquer engraçadinho repetir a piada.

Houve uma que me apareceu com um dente, inteiro, com raiz, sem uma única carie, nada. "Estava em casa a ver televisão (talvez o Goucha, suponho, não sei...) quando espirrei o dente. Queria que me colassem o dente." Ora pois tá claro. É já a seguir minha senhora.

Os porcos, aqueles que ao jeito do antigamente, época medieval, só para vos situar, achavam que lavar os dentes era mau. Que estragava o esmalte. Que era corrosivo, então vai de ir com a comida de anos na boca. Obrigado a vocês pelos momentos.

Tive ainda uma colega, era brasileira, não entendia porque raio toda a gente queria desmarcar na altura do Verão, pessoas que se justificavam com "Não posso ir dia tal, vou para a terra.". Um dia ela lá disse o que costumava pensar sempre, "Raquéu, esse lugar deví di ser mesmo lindo! Tudo o mundo quer ir para a Terra!". Pois.

Tive outra que veio da santa terrinha ser explorada por uma clínica que pagava mal e porcamente, onde ganhavas 450 euros a recibos verdes das 13h as 22h de 2f a sáb., fantástico não? Ela era uma anhada, credo, cada vez que penso. A rapariga, ao fim de sei lá 15 dias, resolve fechar a gaveta com o maçarico ligado. Não preciso de dizer o que aconteceu pois não? (Há fotos, eu registei, hei-de ir aos meus tesourinhos postar o estado da gaveta...)

Havia as histéricas, ui, essas eram complicadas. Umas que guinchavam só de saber que lhes ia entrar alguma coisa para a boca. E mais não digo que a minha mente é porca e já estava a divagar para campos que nada têm a ver. Deve ser da hora. Ou se calhar não, é simplesmente da mente. Olha, não sei.

Conversas de veterinário.

"Estou preocupado, às vezes o meu gato respira."

Às vezes?! Oi? ´Hã? Será que queria dizer espirra? Pois não sei.

19 maio 2011

ai


O que é que eu peço este Verão? 
Alguém que me dê ainda mais calor. Ai ca bom.

dia.mês.ano


Tenho uma coisa com datas. Não há nada que possa fazer, sou assim, não me esqueço. Chego a ser cómica, entre amigos, com a minha memória. Lembro-me de coisas que já ninguém se lembrava... Pior lembro-me de coisas que já ninguém quer saber, e tenho que fazer um esforço constante para esquecer certas e determinadas coisas que associo a pessoas que já conheço há muito tempo.

Sim não são só as datas, são eventos, roupas, cheiros... Lembro-me de características e de acções, mais do que nomes (sou péssima com nomes). Resumo pessoas a "ahh, aquela que chuchava no dedo?", ou a uma roupa, a um comer preferido. Sou assim, não posso fazer nada.

Falava de nomes, lá de vez em quando, com os copos, troco tudo, lá de vez em quando chamo o que não devia as minhas amigas... e enfim é triste, as gajas têm a mania de ir buscar uma cabra qualquer na vida dela que tinha o mesmo nome e enfim, ah quase sempre a questão "ahhh tás me a chamar o nome da outra, daquela, da que fez blá blá blá!", tenho uma pontaria do caraças. Whatever.

Ontem foi um dia especial, os anos passam e eu não me esqueço. Tenho uma coisa com datas.

18 maio 2011

Chiba!

Porque raio não há ninguém que saiba o que é chiba? Quando digo "chiba!", é o mesmo que dizer, "Porra!", "Bolas!", "Caroço!". Nada tem a ver com uma pessoa que se chiba, que conta o que não devia, nada mesmo. Chiba!

simplicidade acima de tudo

Sou muito simples nas minhas análises.

Conversava eu com uma amiga que me dizia que continuava com uns problemas com umas ditas cujas com quem tinha dividido casa há para aí 2 anos. Respondi prontamente, "Isso ainda dura? Booooooring... Mas essa gente não faz sexo?".  Simples.

verga, só de verga


Decidida que estou a andar de bicicleta, vou fazer um pequeno curso, não me parece natural uma pessoa com perto de 1/4 de século não saiba andar de bicicleta. Estou farta que me digam "ahh não sabes? Eu ensino-te é fácil." e depois na hora do vamos ver, tá quieto, ninguém se chega à frente.

É verão (vá quase...). Está calor (às vezes, hoje chove que doí). Quero ir por essas linhas de bicicleta. Fazer o Guincho de bicicleta de cestinho. Sim, se for para ser têm de ter cestinho de verga e tudo, assim é que é uma bicicleta como deve de ser.

Cheira-me que vou entrar no verão arranhada das urtigas. Toda em negro, e não será bronze, não não. A ver vamos.

A foto é a titulo exemplificativo, dispensa-se a loira e o rapaz armado em que é fofo. Fico com a bicicleta de cestinho de verga com amortecedores em mola. 

12 maio 2011

New York, New York

Preparar uma viagem a NY não é nada fácil, principalmente quando não se têm todo o dinheiro do mundo... Haja gente disposta a colaborar na minha loucura.

11 maio 2011

Como?

Realmente é verdade, como raio uma mulher viola um homem? Obriga-o a ficar durinho à paulada? Há coisas que eu não entendo, essa é uma delas.

05 maio 2011

Fábulas


Conheço a verdadeira, a incomparável, a suprema contadora de fábulas.

Quando se inventa tanta história, tanta treta, quando se vive no país da Alice, fica-se por lá, perde-se a credibilidade e os melhores amigos passam a ser um gato sorridente, um coelho com colete e um chapeleiro louco. Cada um tem o que merece.

04 maio 2011

1/4 de século

Farei, pela primeira vez na vida, aniversário longe de Lisboa. Longe da minha cidade, dos meus amigos, alguns pelo menos.

O ano passado o mais inusitado aconteceu, fui a uma festa surpresa que não era a minha, e passei o restante da noite a beber cerveja de lata, num carro, com vista para lugar nenhum, à conversa com um, na altura, praticamente desconhecido, recém chegado à minha vida mas que se veio a tornar das pessoas mais importantes no meu último ano.

Este ano, nesse período vou estar algures entre festas nocturnas e praia num País que não é este. Onde as águas são quentes e onde não se bebe água para hidratar. Mojitos serão a minha bebida. Lugar onde não se dorme, onde apenas se dormita na praia, algures entre um mergulho e outro. Numa casa alugada, a poucos metros da praia. Num sítio onde não vou andar de carro, e pela primeira vez irei experimentar motas. Com amigos novos, muito recentes, e outros com demasiada história na minha vida. Conciliar tudo isto é difícil. Eu consegui. Ambiente de festa, num local paradisíaco, com gente que quer comemorar tudo, o sol, a praia, o mar, o meu 1/4 de século e os anos de todas as outras pessoas. Resta apenas saber se o álcool não nos vai fazer passar o dia, ou comemora-lo antes de tempo. A ver vamos.
Há pessoas que querem estar sempre comigo. Sempre. É convites, é jantares, é lanches, cinemas e cafés. Querem combinar e querem logo respostas. Outros não querem estar nunca. Curioso.

03 maio 2011

Todas as cartas de amor são ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem ridículas.
Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras, ridículas.
As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser ridículas.
Mas, afinal, só as criaturas que nunca
escreveram cartas de amor é que são ridículas.
Quem me dera no tempo em que escrevia
Sem dar por isso cartas de amor ridículas.
A verdade é que hoje
As minhas memórias
Dessas cartas de amor é que são ridículas. (Todas as palavras esdrúxulas, como os sentimentos esdrúxulos,
são naturalmente ridículas.)  
(Álvaro de Campos)


Eu sou rídicula. Sou. 

02 maio 2011

às vezes

Às vezes acho que já há gente a mais a saber da existência deste blog, e vem a minha censura interna que me impede de escrever aqui algumas coisas. É pena.