27 novembro 2011

Pragas

Só me falta estar sossegada no meu cantinho e ser atacada por milhões de gafanhotos. Fora isso, está tudo bem, obrigada..

Pragas

Só me falta estar sossegada no meu cantinho e ser atacada por milhões de gafanhotos. Fora isso, está tudo bem, obrigada..

23 novembro 2011

Facebook, versão stalker

Ah pois, desde ontem que pertenço aqueles que vêem tudo, sabem de tudo no Facebook. E sim, garanto que é uma mela berda, como diz o outro.
Ontem estava irritada, achei tolo, aquilo está sempre a dizer o que toda a gente faz, e eu fiquei com a noção que tudo o que eu digo e gosto também é visto por toda a gente. Ora meus caros, não há cu. Ninguém merece andar em tal controle nem ser controlada dessa maneira, é assim como quem diz feiote. Mas hoje já me fez dar algumas gargalhadas, ele é os cheirões* que metem like em várias fotografias de gajas, normalmente em tipas com ar vulgar, reforço o normalmente, porque alguns já me meteram like em fotos o que me mete no mesmo saco injustamente, mas pronto o que quero dizer é que vão a tudo o que mexe, acham tudo espectacular! Ah e os gays, mesmo aqueles que não são assumidos, metem like lá nuns mocinhos e pimbas! Aparece-me as fotos dos tipos a seduzir a câmara, e por norma com decotes em bico, sem pelo ou meios desnudos, assim em grande no meu feed. Recalculando, ontem estava toda fodid*, hoje acho que afinal nem tudo é mau nisto de ser uma stalker involuntária. Valham-me as gargalhadas.


*Cheirões: Aquele tipo que anda aí a cheirar tudo o que é gaja, e que faz, precisamente o que descrevi em cima, são por norma a salvação de todas as gajas, segundo eles, e elas, as que eles cheiram, são por norma, todas, a última coca-cola do deserto. Objectivo principal: sexo.

Desejo 2012

Vou iniciar com este pedido a minha lista de desejos para 2012:

Pronto, cá vai, quero ter 69 seguidores! Sim 69, gosto do número, parece-me composto e equilibrado.
(Confesso, eu não posso ver nada)

21 novembro 2011

17 novembro 2011

Say nighty-night and kiss me, just hold me tight and tell me you'll miss me


Já ouviram este anúncio? Não consigo deixar de sonhar cada vez que oiço esta música cantada pela Aurea no anúncio da TMN, e eu não quero nada saber se soa muito idêntico à Luisa Sobral ou se a Aurea têm a mania que é a Duffy, eu cá estou-me nas tintas, estou a adorar esta versão.

Existem umas 237 versões desta música, da Diana Krall, Michael Buble, Ella Fitzgerald... Umas mais do meu agrado do que outras, é normal que assim seja. Esta, feita para a TMN, foi directamente para as versões que mais gosto desta música, outra, menos conhecida é da Zooey Deschanel (chique até no nome), aquela actriz, a dos olhões, do filme "500 days of summer", é tão bonitinha esta versão acústica Estou até a pensar fazer a minha própria versão, quiçá na passagem de ano, para animar a malta. 


Vamos, por favor, não prestar atenção à maquilhagem da menina. Pouco feliz.

16 novembro 2011

10 novembro 2011

às 11h11 do dia 11 do 11 de 2011

Não. Não faleci, simplesmente não tenho tido tempinho nenhum para cá vir, e isso vai continuar assim, pelo menos até à semana que vem. Desta vez o motivo é nobre, não é trabalho a mais nem tempo a menos, é pura inpossibilidade de aceder à internet e vir aqui ao blog, porque amanhã às 11h11 do dia 11 do 11 de 2011 estarei nesta magnífica cidade (logo vejo se venho de lá a achar se é magnífica ou só maijomenos, mas a ideia agora é essa, magnífica).


Beijos e até para a semana.




03 novembro 2011

Filmes da minha vida




500 days of summer
This is not a love story is a story about love. Só por isso merece ser visto várias vezes. Adoro.








Atonement
Dos filmes que mais me tocaram nos últimos anos, adoro tudo, a música, o som da máquina de escrever, a mente da criança,a esperança no amor que não é bem sucedido, o fim, a surpresa do fim.







Big fish
Lindo, ou não fosse Tim Burton.







Dirty dancing
Curioso sobre este filme é que sempre sonhei que quando me casasse iria dançar aquela música, igualzinho ao filme. Aquele mesmo amor, aquela paixão, a intensidade, o tipo a agarrar-me. É tão parvo o pensamento como a minha confissão aqui. Quem me conhece deve estar muito surpreendido com o simples facto de eu falar em casamento, pois é... Mas a verdade é que há coisas que não se controlam. E que dançar aquilo é bonito para caramba, é.






Edward Scissorhands
O meu filme favorito enquanto criança, vê-se logo que tenho de ser um pouco, apenas um pouco, perturbada. Este e a Pequena Sereia, da Disney. 






El laberinto del fauno
Hei-de chorar todas as vezes que vir este filme, e sorrir sempre, cada vez que me recordar do meu ar de nojo quando comecei a ver o filme e perceber que não era em inglês.







Le fabuleux destin d'Amélie Poulain
A fotografia. A prova de como é simples ser feliz, ou melhor, como parece simples ser feliz. A colher. Sim, não vai haver mais vez nenhuma na vida, desde este filme, que eu peça um leite creme queimado, pense nela a partir a cobertura com a colher e faça o mesmo, quase sentindo o mesmo prazer. E a cena dos berlindes?






Little miss sunshine





Mar adentro
Alejandro Amenábar no seu melhor. Filme espanhol de grande nível, retrata de forma simples e tocante o tema sensível da eutanásia. Por favor, deixem-no morrer. 






Match Point
A cena da bola de ténis. Dos melhores filmes de Allen, para mim, para mim.





The Lord of the Rings





The Pianist






The Wizard of Oz


E os vossos, quais são?

Sim, é português, e depois?



Sim sim, quero muito ir ver este filme.

♥ Duetos Improváveis da Optimus





Um pouco de cultura

02 novembro 2011

viver assim-assim

Nunca me lembro de ter vivido assim, tão assustadoramente calma e tranquila, nunca me lembro realmente, vai daí olho para mim ultimamente como se não me conhecesse. E deve ser isso mesmo. Nunca na vida fui tão passiva, tão letárgica, tão prostrada. Nunca na vida vivi para viver o dia. Nunca.

O meu eu, aquele que eu ainda acredito ser o meu eu, é activo, vivo, alegre. Tenho sempre objectivos, metas a atingir, coisas para organizar, cenas para gerir, ou tinha, agora, de repente, não tenho vontade de pensar em nada, não quero pensar em coisas que vão acontecer daqui a um mês. Não tenho objectivos a longo prazo. Tudo me parece tão vago. Vou-me deixando viver, mas desta feita com uma tranquilidade e aceitação nunca antes vivida nem sentida por mim. Há quem diga que é a idade que te traz serenidade e aceitação, sinceramente acho que não. Acho mesmo que estou a viver um momento, uma fase. Chegou o meu momento de reformular as coisas, assentar ideias, ver o que me faz falta, quem me faz falta, a quem eu faço falta. Talvez tenha que gastar a pouca energia que tenho tido, infelizmente, naquilo que vale mesmo a pena.

Talvez tudo mude quando ficar a saber, finalmente, o que vai acontecer no meu trabalho. Talvez tudo mude quando me fizerem sentir no centro. Quando eu estiver nas listas de prioridade de alguém que eu pus na mesma lista.

Sinto-me a viver assim-assim, como suspensa, mas tranquila, demasiado até para aquilo que sempre fui, mas com fé e esperança que amanhã ou depois tudo mude novamente e que a próxima fase seja muito boa. Espero ser em breve o que era, ou melhor, pensar em mim, pensar nos outros e a ser pensada por quem me interessa. A ver vamos.

Picar o ---> .

Só porque ainda não sou daquelas pessoas que eu não compreendo, aquelas que falei no post em baixo, digo, será que obrigar a malta a trabalhar mais 30 minutos por dia vai fazer com que haja mais produtividade? A isso digo, duvido, eu trabalho frequentemente bem mais que meia hora por dia e faço mensalmente mais horas do que tenho contratualizado mas eu sigo a norma máxima liberdade pela máxima responsabilidade. Quando preciso de sair as 17h30, saio, desde que isso não prejudique o meu trabalho. Trabalhar não é estar no local de trabalho. É a mesma coisa que vestir um universitário com o traje de estudante e dizer que ele é um "estudante universitário", depois andam lá 8 anos (ou até mais), metade deles bêbados com vinho de mesa manhoso, a tentar a muita luta acabar o curso. Isso não é ser estudante. Estar mais meia hora no trabalho não é trabalhar mais. Não é.

Viver neste País.

Não compreendo as pessoas que não sabem nada do mundo, e do país, onde vivem.

Que olham com um ar esquisito ou surpreendido quando se comenta à hora do almoço sobre a Grécia, as acções do bancos, o Euro, o que este diz ou aquele sobre a conjuntura, justificando-se com um simples, eu não vejo telejornais. Eu a esses digo em geral és ceguinho e surdo, porque não se lê outra coisa, não se fala de outra coisa. Talvez seja eu a errada por querer estar informada, por ligar todos os dias a televisão assim que ponho os óculos na cara (há que ter em conta que sou muito, mesmo muito míope), talvez a errada seja eu por viver em ânsias, por achar que não tenho futuro, por me indignar, por comer a ver o jornal, por ir ao site do i e ao dinheiro vivo todos os dias. Talvez seja mesmo eu a errada, aliás, aconteça o que acontecer eu, pobre rapariga de 25 anos que trabalha na área do design, não poderei fazer nada. Sim, talvez tenha que tentar fazer parte daqueles que eu não compreendo mais frequentemente e viver sobre menos stress. Porque viver assim não faz bem a ninguém.

Gosto

Gosto dos pés molhados, mas assim:

factos

Aqui há dias a Rosa Cuequinha dizia num post que escreveu que os gajos vêem pornografia. Concordo mas acrescento, as mulheres também. Adoro as caras de nojo que elas fazem, "Eu pornografia? Nunca! Masturbação?! O que é isso? ...". Enfim, vamos todos enganarmo-nos uns aos outros, e no fim, a nós próprios. Somos só inocência.

02.11.11

Eu sei que já disse, mas é recorrente na minha cabeça, como é que eu pude gostar tanto (e em geral achar que era a pessoa da minha vida) de um alguém que neste momento só me faz bocejar. Boring.

Orgulho em mim, sei que fiz um trabalho muito bem feito na parte de o esquecer, romanticamente falando.