14 dezembro 2011

Update

Enquanto crio oiço música da Disney nos cascos, vulgo phones, tigresse. Porque sou uma tipa fashion com um q/b de parolice.

Medicação

Clara, estou a precisar de remédios disfarçados em patê ou dentro de uma salsicha, como fazem nos animais. Grata.

13 dezembro 2011

Repetindo

Hoje sinto-me uma pequena nódoa negra andante. Mas uma nódoa negra das albinas.

Lucy in the sky with diamonds

A dor que eu sinto na cabeça é um misto de dormência e leveza, e ao mesmo tempo de um peso infernal, com se andasse com o chapéu da Carmem Miranda, aquele enorme tipo fruteira, o dia inteirinho, ou se quiserem um exemplo mais português (apesar dela ser portuguesa), é como se tivesse andado com um tabuleiro, daqueles de tomar, todo o dia. Insuportável. Isto já não vai lá com Ibuprofeno nem 600, nem sequer 1000. Chegou, portanto, a altura (e a desculpa) para me drogar, assim à séria.

Sabemos

Sabemos que é definitivo quando apagamos um número de telefone de uma pessoa. Se já não faz falta que não esteja no cartão a ocupar memória. Depois, com calma, apagam-se as nossas memórias. Assim ganha-se espaço para novos números e novas memórias.

12 dezembro 2011

Andreia Rodrigues, a agora menina Thiumph


Só para dizer que esta menina evoluiu bastante, essa Andreia Rodrigues, apesar de imenso photoshop (vamos reforçar o imenso), as imagens desta campanha até me agradam, e sei que os homens então devem adorar. Quanto à cara, eu cá continuo a acha-la assim para o feíta, tipo cara de chihuahua, que curiosamente era o bar onde trabalhava antes de ser famosa. Bar onde dizia que era RP, mas a ver vamos, eu conhecia o bar, um pequeno antro em Massamá, isso do RP era um nome bonito para dizer que servia copos baratos, a malta, na sua maioria, manhosa. Sim, eu ia lá... Sei o que estou a dizer, e ninguém precisa de RP num bar que, numa noite boa, leva 30 gajos...

Mentir é feio Dona Andreia.

09 dezembro 2011

Constatação do dia

Tenho que segurar as pontas nas pontes.

Vícios

Um dos meus grandes vícios foi, e sempre será, a música. E quanto a música sou do mais ecléctica que pode haver, o único critério necessário para passar a tocar frequentemente é eu gostar da sonoridade, ou da voz, ou do ritmo, ou ser esquisito o suficiente para me fazer sorrir. Logo, basicamente, qualquer coisinha é bem-vinda. Isto tudo para dizer que quando me perguntam o que gosto de ouvir costumo dizer que sou uma menina do rock, assim generalizando, e porque deve ser o estilo que mais ouço falando de quantidade, mas a verdade está longe disso. Quem me conhece deve achar que sou uma esquizofrénica musical, e eu não os condeno.

Agora, assim há coisa de dias, ando completamente viciada num álbum, o da nossa portuguesa, que bem podia não ser, para ela era tão melhor, Luisa Sobral com "The cherry on my cake". E recomendo tanto meus meninos, tanto tanto. Não sei se é do momento na minha vida, pode ser, desde já aviso, mas há muito que um álbum não fazia tanto sentido nos meus dias. E não venham com a do "ahhh és tão melancólica." porque é bem mais do que isso, estas músicas fazem-me sentir como num conto de fadas, qual alice no país das maravilhas com a sua saia rodada, às voltinhas feita parva.

Já agora, enquanto escrevo oiço esta, "Clementine". E que bonita que ela é.


E a arpa da "You won't take long"? E a letra dela, a sonoridade, adoro. E a outra, e a outra... enfim, recomendo.






08 dezembro 2011

Fona-se


Sim, fona-se, para não dizer o corriqueiro fod*-se. Sou, provavelmente, a tipa do planeta com os jantares de natal mais tristes da história, mas como se isso não bastasse ainda me acabaram de avisar, ou seja a notícia é fresquinha, fresquinha, que este ano não há alegria. Não há.

Tudo isso porque morreu, já não me lembro bem quando, mas sei lá em Março? Não sei, o pai da minha tia. Ora bem, eu lamento imenso, não queiram achar que quero fazer um grande festim que lhe magoe de alguma forma os sentimentos de luto que ela ainda bem, mas sem alegria? É só um jantarzinho, já avisaram.

Sim, se já era um suplício como era antes, nem quero imaginar agora.