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04 maio 2011

Há pessoas que querem estar sempre comigo. Sempre. É convites, é jantares, é lanches, cinemas e cafés. Querem combinar e querem logo respostas. Outros não querem estar nunca. Curioso.

30 março 2011

Ele há coisas... III

O meu ex é tão engraçado. Roça o cómico. Ai, olha, faz-te à vida, não é por nada... Mas isso de me quereres dar conselhos sobre a minha situação actual é capaz de não funcionar. Logo tu. Acho graça.

24 março 2011

Ele há coisas... III

Gostava de saber o que vai na cabeça dos meus meninos (leia-se gatos). Todas as santas manhãs lá vou eu para a casa de banho fazer tudo o que faz parte da minha higiene matinal (e as necessidades fisiológicas), eles observam quietos, o mais novo sempre que estou sentada (sabem bem onde) pede colinho. É amoroso. O mais velho por sua vez gosta de me ver no banho. Ali fica ele, 5 ou mais minutos da vida dele a olha para mim, nua.

Não sei o que se passa na cabeça deles, mas bem que gostava.

02 março 2011

Ele há coisas... II

...que eu não compreendo. Não compreendo porque raio tanto gostam as pessoas de jogos do FB, ainda para mais quando há por aí jogos tão bonitos, com gráficos tipo a atirar para o muita giros, com cenas tipo com ar decente, grátis, digo em pequenino porque ninguém sabe não é? Ninguém sabe que se sacam jogos na net e tal. Jogos que foram feitos este século, com bons gráficos´, com uma boa história, ou sem história nenhuma mas que são bons, mesmo bons. Pois, ninguém sabe. Por isso é que anda aí tudo a regar couves imaginárias no FB e ansiosos que chegue o natal para as irem colher. Fail.

Outro grande fail são as pessoas que gostam ou carregam no like de um link que elas próprias puseram no seu mural. Confunde-me! Ou será que é suposto não gostar daquilo que se põe?! É que não é por nada, mas se se põe uma música, ou se escreve uma qualquer frase de retrete, ou vá que seja filosófica, está implícito não? Ou será que é preciso reforçar? É tão zero. 

Ele há coisas...

...que só me acontecem a mim... É um ah e tal constante de desgraças engraçadas, para os outros que se riem enquanto eu morro de nojo. Estou fartinha que coisas nojentinhas se peguem a mim, qual magnetismo para a coisa. Estava eu na minha santa vidinha, eis se não quando me deu uma vontade, normal, normalíssima de ir à casa de banho do meu local de trabalho. E fui. Pois claro que fui, e correu tudo bem, sem surpresas (elas existem meus meninos), quando vou lavar as mãos, passo as por água, normal até aqui, e meto a mão no dispositivo do sabonete líquido É nesse momento.

Aaaaaaaaarrrrhhhh... nhéca nhéca e 3 pulinhos. Um pintelho que se cola a minha mão! Nojento que só ele.

Este evento reporta-me rapidamente a domingo, dia lindo de ressaca, casa de amigas, sofá de amigas, caneca XXL de café. Alegre (dentro do possível, afinal eu mencionei uma ressaca), bebia o meu café, até que “nheca!”, senti algo. E era uma mosca, morta, vi-lhe as asas, vi-lhe tudo, andava à sei lá quanto tempo a nadar até que se afogou na minha caneca de café. Em 4 canecas a merda da mosca veio para a minha. Magnetismo meus senhores, magnetismo.

Penso, que raio, porquê a mim, é que é recorrente. É que já foi um cabelo com vá coisa para 20 cm dentro de um pão com chouriço, que tive que retirar, puxar e nuuunca mais acabava. Ele foi também um pedaço enorme de madeira dentro de um bolo. Eles são plásticos de um qualquer legume na sopa. E uma pestana na gelatina na minha cantina? Estava lá. Enfiada no treme-treme. E as cenas de aspecto irreconhecível mas que não são claramente comestíveis e nem sequer posso dizer que eram isto ou aqui porque devido ao calor, no caso dos alimentos cozinhados.

No fundo quis apenas partilhar uma série de desgraças, ou em inglês (como diz o outro), a Series of Unfortunate Events ;)